quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Lisboa (10)

Lembro-me bem da primeira vez que visitei o teatro Dona Maria II em criança mas não recordo a peça que me levou lá. Depois disso já lá voltei algumas vezes e pena tenho que não o frequente mais. Porque por lá passam boas peças e bons actores. E porque o edifício merece a nossa visita.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Lisboa (9)

O castelo, novamente, noutro dia e de outra perspectiva.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Lisboa (8)

A pé, realizo o caminho longo para casa. A hora, já muito avançada, retirou as pessoas da rua, deixando-a só para mim. Entro na avenida de roma e daí cruzo a praça de alvalade, seguindo pela avenida da igreja. Percorro o bairro edificado nos anos quarenta e cinquenta que reflecte a arquitectura dita do estado novo. Este foi um bairro projectado de raiz, com coabitação de diferentes classes sociais, e que por vivências, conheço bem. Foi construído sobre o que eram até então um conjunto de quintas, de que o meu avô falava de memória e de que já observei em fotografias antigas. Hoje, o bairro apresenta o binómio comum a muitos outros: envereda pela progressiva degradação ou progride para a requalificação.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Lisboa (7)

Digo que guardo a máquina mas não guardo. Vou andando mesmo com ela na mão. É difícil dizer que não a mais uma fotografia, mesmo que repetida.

Lisboa (6)

Tal como subo ao bairro, também desço novamente aos restauradores. Avisto a avenida da liberdade que se prolonga até ao marquês e paro. É tempo de mais uma fotografia. A iluminação artificial destaca contornos e geometrias que não serão tão óbvios à luz do dia. Recolho a máquina de volta ao bolso e continuo a caminhada.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Lisboa (5)

Percorrer o chiado, passar o largo de Camões e entrar nas ruas estreitas do bairro alto fez parte da rotina de tantas noites na época de universidade. É agora quase estranho fazer o percurso que outrora era feito numa corrida. Nos dias de hoje é realizado com demora e com atenção aos detalhes. Nada mudou muito desde então. Aliás nem mesmo eu; apenas as minhas rotinas.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Lisboa (4)

Continuando e descendo. Há ainda muito mais Lisboa.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Lisboa (3)

A estação vista de fora não transparece aquilo que é lá dentro. A sua nova cara, mais lavada, relembra-me sempre as tantas vezes que percorri o túnel que lá vai dar sem que, no entanto, alguma vez o tenha feito de comboio.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Lisboa (2)

Já foi castelo de muitos sendo por ultimo nosso, desde que o conquistámos aos mouros por tempos do rei fundador da nação. Passaram por cá Fenícios, Celtas, Iberos, Romanos e outros mais, não se sabendo hoje exactamente quem lhe lançou a primeira pedra. No entanto, ele cá continua. Esquecido por muitos e parcialmente escondido por outras construções, ele persiste em elevar-se e a representar a Lisboa de hoje.


segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Lisboa (1)

Lisboa é uma cidade bonita, repleta de pontos de interesse que, para nós que por cá moramos ou passamos todos os dias, nos vamos esquecendo de olhar. Recentemente, desenvolvi o hábito de transportar comigo a máquina fotográfica e passear por esta Lisboa. Andando pelas grandes avenidas, ruas ou ruelas, descubro os pormenores que, de carro, ficam esquecidos no espelho retrovisor.