terça-feira, 31 de março de 2015

Petrolífera Vaalco abandona poço em Angola

Lusa
"A petrolífera norte-americana Vaalco anunciou hoje ter abandonado o poço 5 na área Kindele-1 de Angola, depois de não ter encontrado petróleo comercialmente viável, mas afirma manter o otimismo relativamente às outras explorações ao largo do país.
 
"Estamos desiludidos com o resultado desta primeira exploração em Angola", disse o presidente executivo da petrolífera, Steve Guidry, acrescentando que a companhia "encontrou hidrocarbonetos não comerciais no grupo Pinda, na formação Catambela, indicado que se está na presença de um sistema provado de hidrocarbonetos".
De forma geral, conclui o líder da petrolífera, citado no 'site' de notícias especializado em energia 'Rigzone', "estamos otimistas sobre perspetivas adicionais e novas explorações, quer no pré, quer no pós-sal, neste bloco".
A Vaalco perfurou a uma profundidade de quase dois quilómetros, mas dados os resultados do poço, a ideia de explorar mais 250 metros foi abandonada.
Em outubro, a empresa tinha anunciado que, juntamente com a Sonangol, tinha entrado na fase subsequente de exploração no bloco 5." (in SAPO)

quarta-feira, 11 de março de 2015

Consórcio da Galp começa prospeção de petróleo na costa alentejana até início de 2016

O consórcio que integra a Galp Energia vai começar a prospeção de petróleo na costa alentejana no final deste ano ou no início de 2016, num investimento superior a 100 milhões de dólares.
 
Em declarações aos jornalistas, o presidente da Galp anunciou hoje que o consórcio, liderado pela italiana Eni, arrancará com a perfuração do 'deep off shore' (alto mar) português "no final deste ano ou no início do próximo", realçando que a probabilidade de sucesso é "inferior a 20%".
"Vamos ver se a natureza nos ajuda", lançou Ferreira de Oliveira, à margem do dia do investidor, altura em que a petrolífera revelou os planos estratégicos para os próximos cinco anos.
A italiana Eni detém uma participação maioritária de 70% na parceria com a Galp para a prospeção de petróleo na costa alentejana, que representará um investimento acima de 100 milhões de dólares.
O gestor realçou que a Galp Energia participa em mais de meia centena de consórcios, mas em todos eles tem uma participação máxima de 20%, adiantando que o caso português "é um bocado ambicioso".
Ainda assim, mesmo com ajuda da natureza, Ferreira de Oliveira lembrou que só "em meados da década de 20 seria possível ter produção de petróleo em Portugal".
A petrolífera anunciou em dezembro a parceria com a Eni para este projeto. (in SAPO)