terça-feira, 26 de abril de 2016

Wine Bike Tour na Quinta do Gradil, 17 de Abril - prova na modalidade de caminhada & almoco

No passado dia 17 de Abril, a Quinta do Gradil, produtora de vinho da regiao de Lisboa, acolheu o primeiro - esperado de muitos - Wine Bike Tour, disponibilizando tambem a inscricao na actividade de caminhada.
As opções do evento  eram entao os 40 km de bicicleta por caminhos de lama ou 8 km a caminhar pela vinhas,  com partida marcada para as 10h00.
Ora, dadas as possiveis escolhas e sabendo que o meu interesse seria mais em ver as vistas e apreciar a paisagem, la foi a inscricao feita para a caminhada. A actividade terminou com uma outra modalidade: a de degustacao do vinho ali produzido, acompanhado com um porco assado no espeto. Cansativo, portanto, mas temos que ser competitivos.

A propriedade estende-se por  cerca de 200 hectares, entre vinha plantada, eucaliptal e pinheiros bravos.  A Quinta que no século XVIII pertenceu ao Marquês de Pombal, decidiu iniciar no ano passado a sua aposta em atividades ao ar livre - fez muito bem. Esperamos pelas proximas.

 

"Duas centenas de amantes da BTT assinalaram o Dia Mundial da Bicicleta

Futuro: “A ambição é colocar uma ciclovia dentro da Quinta do Gradil e desta forma inserir a produtora de vinhos de Lisboa nos principais mapas e guias de trilhas nacionais.”, Bruno Gomes
Hoje celebra-se o Dia Mundial da Bicicleta e no passado domingo, dia 17 de abril, para assinalar a efeméride realizou-se na Quinta do Gradil a primeira Wine Bike Tour. Duas centenas de amantes da modalidade percorreram 40 km em bicicleta pelo meio das vinhas, ficaram a conhecer a variedade de castas típicas da região, e contribuíram para a afirmação da propriedade, que no séc. XVIII pertenceu ao Marques de Pombal, como entidade promotora de um Enoturismo Ativo. 
Dona de uma vasta área verde, no total entre vinha plantada, eucaliptal e pinheiros bravos são 200 hectares, a Quinta do Gradil decidiu iniciar no ano passado a sua aposta em atividades ao ar livre. O objetivo é contar a história do vinho através do desporto e do contacto direto com a vinha. Uma prática que acaba por tocar na política de Responsabilidade Social da Empresa, que cada vez mais quer ter um papel ativo junto do consumidor no que respeita aos benefícios de um consumo moderado de vinho. 
O Oeste é uma das regiões turísticas com maior potencial e a oferta entre o mar e a serra é bastante diversificada. Tendo em conta a sua atividade e a harmonia natural entre o turismo e o setor vitivinícola, a Quinta do Gradil está sempre a alargar o seu projeto de Enoturismo com atividades que permitam usufruir do melhor que a região tem. “O feedback que recebemos da primeira iniciativa que realizamos deste género, em novembro passado com a corrida a pé, foi tão positivo que ficámos desde logo com a certeza de que voltaremos a repetir este género de atividades”, conta Bruno Gomes, responsável pela área de Enoturismo da Quinta. E acrescenta “a ambição é colocar uma ciclovia dentro da Quinta do Gradil e desta forma inserir a produtora de vinhos de Lisboa nos principais mapas e guias de trilhas nacionais.”" (in Quinta do Gradil)

terça-feira, 19 de abril de 2016

Sousa Cintra vai procurar petróleo no Algarve

"O empresário Sousa Cintra garante que a Portfuel cumpre todos os requisitos para a prospecção e exploração de petróleo em Aljezur e Tavira, desde os estudos de impacto ambiental à capacidade técnica da equipa e financeira da empresa.
"Estamos completamente tranquilos, porque cumprimos tudo e com rigor. Fizemos tudo de acordo com o rigor do contrato que assinámos com o Estado português", disse à Lusa Sousa Cintra, considerando "muito estranho as manifestações" contra a empresa que criou em 2013 para concorrer às concessões de gás natural e petróleo, o que veio a acontecer em outubro de 2014.
Em declarações à Lusa, Sousa Cintra criticou as "falsidades" que têm sido ditas sobre a empresa, considerando estar a ser alvo de um ataque pessoal, uma vez que existem outras empresas e consórcios a fazer os estudos que a Portfuel está a fazer sem terem a mesma "cobertura infeliz".
"Têm sido levantadas uma série de questões sem fundamento e só se fala da empresa Portfuel. A maior parte da contestação tem sido contra José Sousa Cintra. Como é que se levantam essas falsidades", questiona, referindo a coragem necessária para investir em Portugal.
Aos que falam dos riscos para o ambiente e para o turismo do Algarve, Sousa Cintra lembra que "no mundo inteiro onde há mais turismo há petróleo – Brasil, Miami, Dubai e México, para dar alguns exemplos", realçando que a empresa apenas está a estudar o terreno, um investimento que fica para o "arquivo" do Estado.
"Ficava feliz da vida se Portugal tivesse petróleo para resolver o problema das importações. Mexia com a nossa economia, mexia com tudo. Seria bom para todos", declarou o empresário.
Desde a assinatura do contrato para a prospeção e pesquisa de petróleo, a 25 de setembro de 2015, a Portfuel já realizou os estudos geológicos e geofísicos em Aljezur, tendo entregado os resultados no final de março à Entidade Nacional para o Mercado de Combustíveis (ENMC), organismo que representa o Estado.
Em meados de agosto, os mesmos estudos serão realizados na concessão de Tavira e até ao final do ano ficarão concluídos os geológicos, num investimento de cerca de 60.000 euros.
Em 2017, serão recolhidos os dados sísmicos e só no ano seguinte começam a ser realizadas as sondagens de pesquisa.
Ao longo dos oito anos dos contratos de concessão, pesquisa, desenvolvimento e produção de petróleo nas áreas designadas por Aljezur e Tavira, publicados na página da ENMC, o investimento previsto nas duas concessões é superior a quatro milhões de euros.
Sousa Cintra explicou que foram dadas as garantias bancárias exigidas para atestar a capacidade financeira da empresa, que não pode ter resultados positivos, uma vez que desde a sua constituição só tem investido sem gerar receitas.
Além das sete pessoas com contrato de trabalho com a Portfuel, a empresa tem parcerias com universidades portuguesas e espanholas.
A prospeção e exploração de gás natural e petróleo no Algarve tem suscitado a contestação de autarcas, empresários, associações ambientalistas e de defesa do património, que criticam o Estado por ter assinado contratos com consórcios para estes projetos sem informar população e decisores locais e sem realizar estudos de impacto ambiental.
Em fase mais adiantada, também no Algarve, encontra-se a prospeção do consórcio Partex/Repsol, que pretende avançar com a perfuração do primeiro poço, a cerca de 40 a 50 quilómetros da costa, em frente a Faro, em outubro." (in ECONOMICO)

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Repsol e Partex avançam em Outubro com perfuração de poço de gás natural no Algarve

"O consórcio que integra a petrolífera espanhola Repsol e a Partex, braço da Fundação Calouste Gulbenkian para esta área de negócio, inicia no próximo mês de Outubro os trabalhos de perfuração de gás natural, ao largo da costa algarvia.
“Está tudo pronto para avançar com a exploração de gás natural no Algarve”, afirmou António Costa Silva, presidente da comissão executiva do Grupo Partex, em entrevista à Antena1 e ao Económico.
A concessão, lançada  em 2001, só seria, no entanto, assinada em 2011. 
O poço situa-se a cerca de 40 a 50 quilómetros da costa, em frente a Faro, mas António Costa Silva garante que “não vai haver nenhuma plataforma petrolífera em frente à praia. Tudo se passará no fundo submarino".
O gestor considera ainda que a solução de congelar a produção de petróleo, que deverá sair da reunião de Doha que se realiza este domingo, não vai ser suficiente para alterar a dinâmica do mercado.
E lembra que se está a produzir mais do que aquilo que se consome. São cerca de 2 milhões de barris a mais por dia. Isto significa que o preço de venda física diária é inferior ao preço do futuro, situação que leva ao armazenamento.
Esta dinâmica, segundo Costa e Silva, “só se altera com uma redução da produção, o congelamento não basta. Acredita, no entanto, que a existir uma decisão “ela vai provocar um aumento do preço do petróleo que poderá chegar aos 50 dólares por barril”. 
Costa e Silva lembra também que o congelamento da produção representa um primeiro passo na reversão da politica da Arabia Saudita, uma vez que a industria petrolífera vive um caso único na sua história, com os países dá OPEP a produzir no máximo para arruinar a politica do ‘shail oil’ (petróleo de xisto) dos EUA. 
Outro dos pontos em destaque vai para os recursos naturais portugueses. António Costa e Silva considera que é “uma missão de soberania nacional” inventaria-los.
Só depois deve vir a discussão sobre o que se vai ou não explorar. Lamenta que isto não esteja a ser feito e lembra que há 4 zonas onde pode existir ‘shale gas’ ou ‘shale oil’. 
Por outro lado defende que não há uma politica publica inteligente na área dos transportes. O que existe, segundo Costa Silva, “é irracional”. Para o CEO da Partex este é um dos principais problemas energéticos.
Portugal, adianta, está a gastar mais do que devia. Por ano, Portugal gasta cerca de 5 a 6 mil milhões de euros para importar petróleo e 3 mil milhões são desperdiçados nas cidades. Trinta e seis por cento da energia final consumida em Portugal são gastos nos transportes sem que haja uma política pública nesta matéria. 
Considera que até compreendia que o Estado aumentasse o imposto sobre os produto petrolíferos, se fosse criada uma politica de transportes" (in ECONOMICO)

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Galp vai pesquisar petróleo em São Tomé em 2017

"Começa em Janeiro do próximo ano a pesquisa sísmica de prospecção de petróleo em São Tomé e Príncipe pela Galp Energia, em parceria com a norte-americana Kosmos, anunciou hoje o director da Agência Nacional de Petróleo são-tomense.
De acordo com Orlando Sousa Pontes, a prospecção de petróleo ocorrerá em três blocos da Zona Económica Exclusiva (ZEE) de São Tomé e Príncipe. "A pesquisa sísmica em 3D nos blocos 6, 11 e 12 está prevista para começar no início de Janeiro de 2017, com duração prevista para seis meses", adiantou o mesmo responsável, durante a apresentação pública do estudo de impacto ambiental, citado pela Lusa local.
A área abrangida pela operação 3D atinge os 12.799 quilómetros quadrados, segundo Orlando Sousa Pontes.
A petrolífera portuguesa já opera o bloco 6, enquanto a Kosmos Energy opera os blocos 11 e 12.
O mesmo responsável não adianta quaisquer estimativas de custos associados à operação." (in ECONOMICO)