Hoje a seccao de cinema dos jornais online parece o telejornal: ele e uma catastrofe atras da outra. Segundo consta, a epidemia da gripe A podera nao vir sozinha uma vez que o Stallone pondera fazer o Rocky 7 e o Duchovny encontra-se disponivel para um possivel Ficheiros Secretos 3. Parece-me que a humanidade enfrenta aqui um dos seus maiores desafios...
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terça-feira, 27 de outubro de 2009
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Big Fish
Ele ha coisas na vida que sao dificeis de explicar. Uma sera obvia a todos, isto e, o porque do benfica nao ser campeao ja ha alguns anos. Outras aparecerao a cada um, em determinados momentos da vida.
Ontem sucedeu-me um desses momentos de rara beleza, que nao deixa de ser assim a modos que uma estupidez: estava eu a ver o Big Fish (o filme do Tim Burton, que ta giro devo acrescentar) quando tive que ir dar aqui uma volta pelo estamine, por onde tive um encontro imediato com este peixe grande (excelente trocadilho com a traducao, nao aparente aos mais incautos). Este individuo apresentava um pouco mais de meio metro, e aparentemente meteu-se num daqueles assados de onde e dificil sair com vida. Tambem ele teve um encontro imediato e prova sem duvida alguma que pela boca morre o peixe.
(o meu pe/perna aparecem apenas num contexto de escala)
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Breaking the waves
Na verdade, este nem é assim um dos meus filmes preferidos. Também não digo que seja de fraca qualidade. Conta com excelentes interpretações e foi habilmente escrito e dirigido por um senhor dinamarquês, de seu nome Lars von Trier. O filme foi inclusivamente bastante premiado e até percebo o porquê. A acção gira em torno de uma rapariga (Emily Watson) que se casa com um senhor mais velho (Stellan Skarsgaard) que tem um trabalho fora da pequena comunidade religiosa onde habitam. A senhora, que é muito religiosa, lá reza ao nosso senhor para que o marido volte mais cedo para casa da sua campanha no trabalho, ao que o senhor (o nosso) atende o pedido. A forma talvez não tenha sido a mais desejada, visto que o senhor (agora o outro, que não é nosso) realmente volta, mas directamente para o hospital, para recuperar de um grave acidente que o deixou incapacitado. De resto, a acção gira em torno da senhora, da sua relação com o senhor e com o nosso senhor. Acrescentaria apenas que o final trágico que se avizinha é em si catapultado pela ignomínia pecaminosa à qual a senhora se converte, sendo por isso desacreditada e julgada pela ufana e conservadora comunidade religiosa onde se insere. Suponho que haja uma interpretação do filme de conotação feminista uma vez que quebra um pouco com o tradicional papel da mulher numa comunidade deste género e até diria que se pode falar muito sobre os acontecimentos e ideias transmitidas pelo realizador como a força das nossas crenças ou o papel do destino nas nossas vidas.Isto, no fundo, interessa-me muito pouco. Se não tivesse visto este filme esta semana, se não estivesse quase a viajar de volta ao trabalho, se o trabalho da personagem principal masculina não fosse numa plataforma de petróleo, se, por isso, não me tivesse lembrado que o meu local de trabalho pode ser bastante inseguro, de certeza que ainda me interessaria menos.
Uma das musicas presentes no filme é este life on mars que, reflecte um pouco o meu estado de espírito dos últimos tempos (de uma forma vagamente concreta, até porque há letras do David Bowie que realmente estão sujeitas a muitas interpretações, como parece que seja o caso) e lembra-me que nesta semana lá aterrou mais uma sonda
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