terça-feira, 22 de junho de 2010
Quando os dias comecam de manha
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Conversas de meia noite,
Em terra alheia,
No mundo do petróleo
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Multiculturalidade
Trabalhar na Holanda com pessoas de cerca de 15 nacionalidades diferentes durante o mundial de futebol aparentemente significa que a seleccao da Franca e o alvo de gozo comum...
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Nova vida, a bordo de um Jack Up
A ideia de ir trabalhar para uma plataforma no mar do norte não foi propriamente a primeira que tive nestes últimos anos, mas tendo em conta a tal prolongada campanha na Líbia, passe a expressão, já estava por tudo. Bem sei que já tinha trabalhado em offshore no mediterrâneo mas numa plataforma fixa e com bom tempo. O meu receio prendia-se agora com a nova perspectiva do mesmo trabalho árduo ser agora acompanhado pelo movimento da ondulação (...e que ondulação!), caso a nova localização implicasse um barco ou coisa do género. Não foi o caso. Fui trabalhar para um Jack Up, que é a uma espécie de plataforma de furação de poços offshore rebocável. A estrutura é flutuante mas apenas para permitir o seu posicionamento nas coordenadas exactas, onde então se fazem descer umas pernas, fixando-a ao fundo do mar. Claro que isto só é aplicável a batimetrias relativamente baixas como no mar do norte (por volta dos 30-40 m) pelo que este tipo de estrutura seja lá bastante utilizado.
O jack Up em causa foi então o Noble Lynda Bossler e foi ele que trouxe a ultima grande mudança na minha vida. Para começar, as temporadas de 6 semanas no Sahara foram substituídas por 2 semanas no offshore da Holanda. As pessoas que trabalham comigo são bastante mais competentes, se bem que a responsabilidade também aumentou (mas isso não é uma coisa que me assuste muito). As fatídicas viagens de jipe pelo deserto foram também trocadas por uma viagem de comboio de Amesterdão até Den Helder, onde apanho o helicóptero. São muitas coisas a mudar para melhor, efectivamente. Será aqui a minha vida; até eu me fartar, outra vez.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Mar, mas mais a norte
Este ano tenho andado desplicente no que toca a tudo que nao seja trabalho e dou por mim agora quase a meio do ano. Embarquei recentemente numa nova aventura profissional. O trabalho continua o mesmo mas mudei de paragens. O remetente agora e da Holanda, mais precisamente do mar do norte e, por hora, estou satisfeito com a mudanca da morada profissional. A Libia estava a entranhar-se demasiado em mim e comecava a sentir os efeitos nefastos que dai advem, culminando numa especie de apoplexia em torno do que me rodeia, quando me surgiu a oportunidade de me despedir do sahara. Guardo as recordacoes mas nao as saudades.
O mar do norte nao e propriamente o ceu na terra, o clima nao e dos melhores e como se nao bastasse as minhas viagens tem sido condicionadas pelas cinzas vulcanicas provenientes da Islandia. Ainda assim, mudar de ares e bom e recomenda-se; entao se for para sitios mais agradaveis, melhor. Valorizo a experiencia de tres anos que tive na Libia com a certeza de que a quero manter no passado. O futuro esta noutro lado. Onde quer que ele esteja.
O mar do norte nao e propriamente o ceu na terra, o clima nao e dos melhores e como se nao bastasse as minhas viagens tem sido condicionadas pelas cinzas vulcanicas provenientes da Islandia. Ainda assim, mudar de ares e bom e recomenda-se; entao se for para sitios mais agradaveis, melhor. Valorizo a experiencia de tres anos que tive na Libia com a certeza de que a quero manter no passado. O futuro esta noutro lado. Onde quer que ele esteja.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Lisboa (18)
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Lisboa (17)
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Lisboa (16)
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